Bionergia
Unidade industrial Bionergia de tratamento de resíduos
Tecnologia Bionergia · Maquinário EKT

Do resíduo urbano ao
combustível sólido recuperado.

Processos físico-mecânicos e conversão termoquímica transformam resíduos em matéria-prima de valor industrial. Uma nova vida para o que antes era descartado.

Valorização, não geração elétrica

O resultado é sólido.
O valor volta à indústria.

A tecnologia da Bionergia integra preparação mecânica e transformação térmica para produzir CSR — Combustível Sólido Recuperado. Nossa primeira unidade industrial, em Garibaldi, no Rio Grande do Sul, aplica esse processo na prática.

Não produzimos biogás e não operamos uma termoelétrica própria. O CSR é um aditivo sólido que, junto à biomassa convencional, abastece caldeiras, fornos, fornalhas e secadores industriais.

Conheça o Projeto Garibaldi
Do recebimento ao produto

Cinco etapas. Um novo destino.

A triagem preserva os recicláveis. A fração aproveitável segue para trituração, secagem e conversão em CSR, com tratamento de ar e vapor ao longo do processo.

Esquema do processamento: entrada e triagem, trituração, secador rotativo, reator de rosca e produção de CSR, com controle de emissões.
Esquema do processamento: entrada e triagem, trituração, secador rotativo, reator de rosca e produção de CSR, com controle de emissões.
  1. 01

    Recebimento e triagem

    Pesagem · separação manual e mecânica

    O RSU é recebido e pesado. A triagem separa recicláveis, metais e rejeitos da fração destinada à valorização.

  2. 02

    Trituração

    Moinho triturador · homogeneização

    O material selecionado é triturado, reduzindo o tamanho das partículas e preparando uma mistura homogênea para o tratamento.

  3. 03

    Secagem e esterilização

    Secador rotativo · aquecimento indireto

    A desidratação remove a umidade e o tratamento térmico esteriliza o material. Nesta etapa, ele passa a ser classificado como CDR — Combustível Derivado de Resíduos.

  4. 04

    Conversão termomecânica

    Fuso sem fim · tambor estacionário

    O CDR passa pelo sistema de rosca helicoidal. Calor por atrito e aquecimento indireto promovem a transformação controlada do material em CSR.

  5. 05

    CSR e destinação industrial

    Classificação · armazenagem · distribuição

    O Combustível Sólido Recuperado é classificado e armazenado. Em conjunto com biomassa convencional, serve como aditivo para caldeiras, fornos, fornalhas e secadores industriais.

A transformação no equipamento EKT

Uma rosca em movimento.
Um tambor estacionário.

Após a secagem em um secador rotativo, o CDR segue para o sistema de fuso sem fim: uma rosca helicoidal gira dentro de um tambor que permanece parado. O calor por atrito e sua aplicação indireta promovem a conversão termomecânica.

Esse processo combina tratamento físico-mecânico e conversão termoquímica. Não é a tecnologia patenteada D4W, que utiliza outro princípio de processamento.

O secador prepara o CDR. O sistema de rosca transforma esse material em CSR, o aditivo sólido destinado à indústria.

Equipamento da unidade Bionergia com estrutura metálica e plataformas de operação
Equipamento da unidade industrial Bionergia em Garibaldi.
Amostra real do Combustível Sólido Recuperado produzido pela Bionergia
CSR produzido pela Bionergia: matéria-prima sólida para uso industrial.
Combustível Sólido Recuperado

O resíduo se torna
um insumo de valor.

O CSR retorna à cadeia produtiva como aditivo à biomassa. Seu uso industrial contribui para a valorização dos resíduos e para reduzir a demanda por recursos naturais destinados à produção de energia.

3 t → 1 t
RSU processado → CSR produzido
≈ 4.700
kcal/kg · poder calorífico
20%
incorporação à biomassa
Até 9,38%
elevação da temperatura em caldeiras

Dados informados pela Bionergia no material técnico. Os resultados dependem da composição dos resíduos, da biomassa e das condições de operação; não constituem garantia para toda aplicação.

O percurso dos materiais

Cada saída tem seu destino.

O mapa detalha a separação de recicláveis e metais, o tratamento de ar e vapor, a classificação do CSR e a destinação dos rejeitos. O controle começa na pesagem de entrada e acompanha as saídas de materiais.

Mapa operacional fornecido pela Bionergia: triagem, reciclagem, tratamento de ar e vapor, transformação, classificação, armazenagem de CSR e destinação dos rejeitos.
Mapa operacional fornecido pela Bionergia: triagem, reciclagem, tratamento de ar e vapor, transformação, classificação, armazenagem de CSR e destinação dos rejeitos.

Recicláveis e metais

Separação por categoria e encaminhamento às respectivas cadeias de reciclagem.

CSR para a indústria

Classificação, armazenagem e distribuição para uso com biomassa convencional.

Rejeitos e rastreabilidade

Pesagens e documentação acompanham as entradas e saídas, com destinação dos rejeitos não aproveitáveis.

Operação atual

Os resíduos que tratamos.

  • RSU domiciliar e limpeza urbana
  • Resíduos industriais

Nossa planta está em constante evolução e expansão.

Monitoramento e conformidade.

O processo inclui tratamento de ar e vapor e monitoramento contínuo de emissões e poluentes orgânicos. Nossa atuação é orientada pela Lei Federal 6.938/1981 e pela Lei 14.026/2020, o Marco Legal do Saneamento Básico.

Vamos construir juntos?

Um novo destino para os seus resíduos.

Converse com a Bionergia sobre as necessidades do seu município ou indústria.

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